E Laís debutou na família. Ontem
aconteceu sua primeira festinha em família: os 99 anos da sua bisavó (minha
avó) Carminha. Mesmo tendo apenas um mês e meio, não tinha como ela NÃO
COMPARECER a essa festinha, já que é uma data (e uma comemoração) importante. E
não podia ser diferente: ela foi uma das atrações da festa, sendo a bisneta
mais nova da família. Todos pediam para ver, acarinhavam e admiravam nossa
princesinha, tanto por ser a bebê mais novinha, quanto por ser linda e estar toda
fashion
.
.
| Vestidinho, tiara e chupetinha com strass. |
Esta festinha me despertou uma
dúvida: com quanto tempo o bebê pode sair de casa, freqüentar festinhas? Lendo,
em minha pesquisa, cheguei à conclusão de que não há uma data específica. Obviamente
que os bebês estão mais recomendados a freqüentarem lugares onde possa haver
mais gente após os 4 meses, quando a vacinação já está quase completa e eles
possuem então mais defesas no organismo. Mas tomando cuidados básicos (como
lavar as mãos antes de pegar o bebê ou mantê-lo afastado de pessoas resfriadas
ou com qualquer outro tipo de doença) essas saídas podem ser tornar até saudáveis
para o bebê. Como?
Já foi falado em um post anterior que os recém nascidos
não enxergam muito nitidamente, mas identificam as cores e ouvem perfeitamente
bem. Provavelmente o bebê vai se interessar por cores, luzes e pelas músicas. E isso é um bom estímulo para o bebê. Lembrando
que com 1 mês, o bebê só consegue visualizar bem o que está próximo ao seu
rostinho (na faixa de 30cm), nessa fase o bebê ficará hipnotizado por qualquer
coisa que passar diante de seus olhos. Bebês nessa faixa etária adoram rostos
humanos. Acho que você percebe como eles olham fixamente para nossos rostos e
ficam assim por longos períodos.
E foi exatamente isso que aconteceu com nossa
princesinha: olhava as cores das roupas, acompanhava os rostos com o olhar,
parecia reconhecer as pessoas e ficava atenta à vozes já conhecidas da família.
Algumas pessoas da família, por estarem gripadas e terem noção do perigo,
mantiveram alguma distância física enquanto outras (saudáveis) quiseram pegar
na bebê. Ela passou pelos braços da avó, da bisavó aniversariante, do tio-avô
Manuel, da tia-avó Laíze e dos meus (claro), além dos seus pais. As crianças
também se encantaram com ela, acho que a vêem como uma bonequinha. O que não
deixa de ser verdade, já que este foi o adjetivo mais usado para se referir a
ela.
| Nos braços da bisavó Carminha, 99 anos. |
| Com o Tio-Avô Manuel. |
Outras dicas para quem vai a festinhas com bebês recém-nascidos:
- Apesar deles também adorarem colo, carinhos e sorrisos, tente deixá-lo apenas com pessoas que pertençam à família mais próxima para que eles não cheguem a estranhar novos rostos. Isso varia de acordo com a personalidade de cada bebê.
- Também tome cuidado com o excesso de barulho. Caso eles se mostrem incomodados, procure um lugar mais tranqüilo da festa.
- Se o bebê tiver com muito calor ou muito frio, encontre uma maneira de resolver o problema: não é feio sair do local (caso seja necessário). Todos entenderão.
Todos esses fatores podem causar certo tipo de stress e deixar o bebê exausto e mal-humorado, ele pode demorar para dormir e chorando mais que o normal quando voltar para casa. Preste atenção nos sinais que o bebê te dá. Este não foi o caso de Laís, que é um bebê muito fofo: calminha, tranquila, quietinha. Não deu trabalho, nem chorou em nenhum momento, apesar de ter estranhado algumas pessoas e da manha (quando está nos braços, não quer ficar parada). Normal para qualquer bebê.
| A mais novinha entre todos os bisnetos de vovó Carminha. |
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