Que o bebê
sorri desde o nascimento, é notório. No nosso caso, Laís sorriu desde os
primeiros momentos de nascida, ainda no berçário da maternidade. Mas será que
os bebês estão realmente sorrindo por acharem algo engraçado ou por estarem se
sentindo bem? Para entender isso é preciso saber que existem dois tipos de
sorrisos, quando falamos em bebês: os sorrisos reflexivos e os sorrisos
sociais. Parece loucura, mas os bebês estão me saindo uma fonte inesgotável de
conhecimento e esse é mais um motivo para postagem no blog. Vamos a eles.
Os sorrisos
reflexivos em bebês são resultado de estímulos internos. Estes “sorrisos” mais freqüentemente
são vistos enquanto bebês estão dormindo durante seu primeiro mês após o
nascimento. Há quem diga que eles estão sonhando ou que estão vendo anjos, mas
na verdade não são de fato sorrisos.
São reações
involuntárias que podem resultar de várias coisas, mais comumente a gás ou a
digestão. Já os sorrisos sociais acontecem como resultado de estímulos
externos. Os sorrisos sociais ou reais sorrisos podem acontecer cedo (com 4
semanas de vida), entretanto nesta faixa etária, são estimulado mais comumente
por rostos humanos, ou por vozes de pessoas próximas. É difícil este sorriso
acontecer, tão cedo, estimulado por brinquedos ou televisão.
Entretanto o bebê inicia os “reais sorrisos”,
normalmente, por volta dos dois meses, tempo que Laís completa na próxima
quarta-feira, dia 04. É nessa “idade” que o desenvolvimento neuropsicomotor
começa a ser mais notório. O bebê realmente sorri de alegria quando olha para
as pessoas e ele também já consegue seguir objetos próximos à linha média de
visão (Laís já nos segue com o olhar).
| Segundo o pai, Laís já está sorrindo em muitos momentos. |
| Laís fazendo "ar de riso" para o pai. |
Neste momento do desenvolvimento o bebê também sorri muito por imitação. Por isso deve ser iniciado um diálogo mais intenso com o bebê: converse mesmo com ele, olhe-o nos olhos, sorrir o máximo possível para ele. O que não é nem um pouco difícil e ajuda muito no desenvolvimento dessa coisa mais linda, ele crescerá mais feliz e extrovertido. Até porque, com dois meses, ele já começa a “conversar”: com aqueles sonzinhos lindos de bebê (ah, eh e uh).
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